Fitoterápicos sem registro não podem mais ser fabricados, vendidos, nem consumidos
Por Gislandia Governo
Uma série de produtos naturais elaborados por duas empresas tiveram fabricação, distribuição, comércio e uso suspensos, em todo País, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União. Os artigos, vendidos em pó ou cápsulas, não tinham registro junto ao órgão e as empresas não têm autorização de funcionamento.
Da Naturnatus Produtos Naturais estão proibidos: ginkgo biloba com ginseng, sene, chá verde cápsulas, catuaba cápsulas, Tribulus terrestris, cáscara sagrada, castanha-da-Índia, garcínia, composto laxante e alcachofra com berinjela.
Da Naturnatus Produtos Naturais estão proibidos: ginkgo biloba com ginseng, sene, chá verde cápsulas, catuaba cápsulas, Tribulus terrestris, cáscara sagrada, castanha-da-Índia, garcínia, composto laxante e alcachofra com berinjela.
Entre os artigos suspensos produzidos por uma microempresa de CNPJ 39.635.925/ 0001-44 (de Israel dos Santos Costa ME) estão: imuniflora, salsa caroba, unha de gato, algas flora, carvão vegetal, garra do diabo, erva são joão, lobélia anti-fumo, colágeno, isoflavona, anis estrelado e acerola cápsulas.
A Anvisa informou que os produtos similares de outras empresas, se tiverem registro no órgão, continuam sendo comercializados nas categorias alimentos ou fitoterápicos. O médico Alfonso Aguilar, especialista em Fitomedicina, explica que, na maioria dos casos, não é exigida receita médica para adquirir produtos naturais. Mas alerta: “Usados de forma incorreta, eles podem causar problemas à saúde, e devem ser usado sob orientação médica. Chás, por exemplo, como o de sene e de garcínia, são contraindicados para as gestantes pelos riscos de um aborto e má-formação do feto”.
A Anvisa informou que os produtos similares de outras empresas, se tiverem registro no órgão, continuam sendo comercializados nas categorias alimentos ou fitoterápicos. O médico Alfonso Aguilar, especialista em Fitomedicina, explica que, na maioria dos casos, não é exigida receita médica para adquirir produtos naturais. Mas alerta: “Usados de forma incorreta, eles podem causar problemas à saúde, e devem ser usado sob orientação médica. Chás, por exemplo, como o de sene e de garcínia, são contraindicados para as gestantes pelos riscos de um aborto e má-formação do feto”.
